Exposição que se Come e que se Bebe 2017

May 29, 2017

 

O Dia Nacional da Gastronomia Portuguesa lançou um desafio às Escolas de Hotelaria e Turismo de Portugal, para participarem da Exposição que se come e que se bebe. As escolas de Hotelaria e Turismo de Coimbra, Lamego, Lisboa, Porto, Setúbal e Viana do Castelo responderam positivamente e levaram até ao Aeroporto Humberto Delgado esculturas surpreendentes que, no final do dia, foram degustadas por todos quantos assim o desejaram. 

O trabalho exímio de todas estas escolas saltava à vista das 40 mil pessoas que passaram pelo Aeroporto nesse dia e cumpriu em pleno o objetivo - através da alimentação fazer a iconografia da geografia e da cultura de Portugal.

 

A Escola de Hotelaria do Porto dividiu a sua mostra em três "esculturas" - Estendais do Porto, uma recriação dos característicos estendais feita com gelatina de vinho do porto com cerejas maceradas, carpaccio de polvo com picle de cebola roxa, puré de tremoço com pele de sardinha  e pão de azeitona com chouriço, Sabores do Porto, mini francesinhas, e ainda Manjericos de S. João, pequenos shots com mousse de sardinha, pimento vermelho assado, crumble de broa e chouriço e mousse de manjericão.

 

 

 

De Viana do Castelo trouxeram o tradicional e delicioso arroz doce que ficou no coração - de Viana, pois claro. 

 

 

 

Coimbra apresentou-se na Exposição que se Come e que se Bebe com um  jardim maquetizado de forma exímia com diversas massas de bolo. A base da construção era semelhante à das broinhas doces da Figueira da Foz, os muros que circundavam o jardim foram feitos com massa da nevada de Penacova, massa de bolo de arrofada de Coimbra recheada com creme de Pastel de Santa Clara e ainda Pão-de-ló recheado com massa e creme de pastel de Tentúgal. A terra dos jardins foi representada com uma areia preparada a partir de Lesmas de Ansião, os jardins compostos por alguma da flora das Serras de Sicó, a água dos jardins reproduzida através de aparas da massa do pastel de Tentúgal e, por fim, as colunas que circundavam os jardins foram expostas a partir de uma construção feita com Sequilhos de Arganil, recheados com Nabada do Convento de Semide, e 'colados' com um creme trabalhado a partir da base do Manjar Branco de Coimbra.

 

 

Setúbal, Terra de Peixe - assim era o nome da instalação proposta pela Escola de Hotelaria daquela cidade. A obra de arte representava um cardume, composto por "bolachas-peixe" cobertas com massa de açúcar, e exposto numa rede de pesca. 

 

 

A poucos dias do início do mês dos Santos, Lisboa participou na Exposição que se Come e que se Bebe com um Altar a Santo António, onde figuravam Pastéis de Belém e miniaturas de Prego no Pão.

 

 

A Escola de Hotelaria de Lamego utilizou com principal material o chocolate, a apresentou duas obras de arte - uma reprodução de um quadro e trufas de chocolate e vinho do Porto, num cesto de vime.

 

 

No final do dia, às 17h00, todos foram convidados a degustar estas autênticas obras de arte que demonstraram a paixão e o trabalho distinto de todas estas Escolas de Hotelaria.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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